E depois de um Domingo tão peculiar, mas tão comum. Tudo como nos velhos tempos, não só com ele, mas comigo também. Ele me fez tão bem, me falou coisas tão boas, me encorajou, elevou minha estima, me mimou. Como sempre, nada mudou.
E então acordei tão disposta a lutar, a viver, a mudar. E a energia negativa invadiu o ambiente e estragou tudo. Com todos.
Chorei, me senti fracassada, quis fugir e madar tudo as favas. Será que tá valendo a pena? Será que é isto mesmo que eu quero? Será que não tá na hora de eu me mexer e mudar?
E tudo por causa daquela história besta do cara babaca. Que não se encerrou naquele dia. Um dia eu conto pra vocês direitinho. Deixa ela se encerrar. Deixa eu ter vontade de contar. Deixa minha raiva passar. Deixa eu deixar este mundo que não me pertence.
Eu tinha tanta coisa pra escrever....Contar, desabafar,divagar,exaltar....E vou lembrando e vou vivendo e vou imaginando mais e mais coisas ao longo do dia, mas vou deixando pra depois, quando tiver “aquele tempinho” que nunca sobra. Queria falar sobre mim, sobre a viagem a Porto Alegre (já faz um tempooo e ainda não contei), sobre um babaca de uma bandinha famosa,sobre algumas experiências novas, uns pensamentos torturantes, inovadores, sobre família, sobre minha banda favorita que está de “férias por tempo indeterminado”. Sobre remédios, psiquiatra, trabalho, decepções, amigos,filmes,roupas e espinhas. São tantas coisas...Tudo junto e ao mesmo tempo, e parece que a cada dia o tempo fica mais curto, os dias menores, e páginas da minha vida em branco, ou sobrescritas. Como eu queria conseguir me organizar, me entender e me explicar pelo menos por aqui.
|
||||